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Projeto de História Pública e Digital

Mulheres da Nossa História

Memórias, experiências e histórias que ajudam a contar um outro passado.

Um espaço para ouvir, registrar e compartilhar histórias de mulheres que marcaram famílias, comunidades e territórios.

Toda comunidade guarda histórias que ainda precisam ser contadas

O projeto Mulheres da Nossa História nasce para ouvir e valorizar trajetórias de mulheres que tiveram papel fundamental na vida social da sua comunidade.

São histórias ligadas ao trabalho, à educação, à cultura, à fé, à sobrevivência, à organização comunitária e às experiências cotidianas que ajudam a sustentar e transformar o mundo ao redor.

Como participar

1

Pense em uma mulher

Pode ser uma mãe, avó, professora, vizinha, amiga, trabalhadora, liderança ou qualquer mulher de referência para você.

2

Conte a história

Escreva com suas palavras. Não precisa ser perfeito. O mais importante é registrar a memória.

3

Envie para o projeto

Use o formulário do site para compartilhar o relato, imagens ou documentos, se desejar.

Que histórias buscamos?

O projeto acolhe diferentes trajetórias femininas, reconhecendo que a história também se constrói no cotidiano.

Mulheres do cotidiano

Cuidado, família, maternidade, vizinhança e vida diária.

Mulheres do trabalho

Trabalho doméstico, agricultura, comércio, artesanato, ofícios e sustento familiar.

Mulheres da educação

Professoras, alfabetizadoras, educadoras formais e informais.

Mulheres da cultura e da fé

Religiosidade, rezadeiras, benzedeiras, festas, culinária, arte e tradição.

Mulheres da comunidade

Lideranças, referências locais, organizadoras e participantes da vida coletiva.

Mulheres da resistência

Luta, autonomia, superação, enfrentamento, reconhecimento e transformação social.

Sua memória também faz parte da história.

Ao compartilhar uma história, você ajuda a construir um acervo coletivo mais diverso, mais próximo e mais justo.

Enviar seu relato

Projeto desenvolvido pelo Curso de História da Universidade Estadual Vale do Acaraú, com apoio do GEGHAL — Grupo de Estudo e Pesquisa História, Gênero e América Latina e Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID-História).